Crescimento estratégico

Para avançar cada vez mais no segmento de papel e celulose brasileiro, empresa paulista buscou se atualizar e investir em tecnologia como diferenciais

O mercado de papel e celulose no Brasil é, possivelmente, um dos mais promissores da indústria nacional. Em 2018, o setor produziu cerca de 15,8 milhões de toneladas fabricadas e alcançou um crescimento de 10,7% em suas exportações, quando comparadas ao ano anterior. Esses números mostram que as oportunidades são inúmeras, desde que existam profissionais capacitados e com visão de crescimento.

O economista Leonardo Frota, mestre em Desenvolvimento Econômico, em entrevista recente à revista CELULOSE & PAPEL, apontou que dados do Ministério da Economia mostram que em média a participação da celulose no total das exportações brasileiras foi de 3,4% nos últimos dez anos há uma tendência de aumento dessa participação.

“Uma vez que mais de 70% da produção de celulose brasileira é exportada, a consolidação do mercado nacional em grandes corporações pode favorecer a posição dessas empresas em termos do mercado global da celulose”, diz Frota.

É neste contexto que a Homann Máquinas Industriais, que há 35 anos atua no setor de fabricação e recuperação de peças e equipamentos para pátio de madeira, com foco no setor de papel e celulose brasileiro, se insere, afinal, os grandes players do mercado precisam se atualizar quase que diariamente para buscar as mais recentes tecnologias.

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