Balanço econômico

Setor sente leve impacto das incertezas econômicas, mas tendência é de recuperação

O terceiro trimestre do ano mostra movimentos essenciais na economia e não é  diferente com o mercado de celulose. O volume de produção de celulose do Brasil recuou 5,1% no acumulado do ano até setembro em relação ao mesmo período de 2018, somando 15 milhões de toneladas, de acordo com dados da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá). No período, as exportações do insumo registraram queda de 0,4%, somando 11 milhões de toneladas vendidas. No mesmo período, aliás, o consumo aparente de celulose caiu 14,1%, chegando a 4,237 milhões de toneladas. No mercado doméstico, as vendas de papel caíram 0,8% no comparativo de janeiro a setembro, registrando quatro milhões de toneladas.

Ainda no acumulado do ano até setembro, a produção de papel atingiu 7,8 milhões de toneladas, um acréscimo de 1% em relação  ao mesmo período do ano anterior. Os destaques foram os segmentos de papel para fins sanitários (alta de 6,6%) e papel cartão (alta de 2,3%). Já o volume de exportações de papel aumentou no mesmo período em 7,9%, para 1,6 milhão de toneladas.

A balança comercial do setor fechou o período com um saldo positivo de US$ 6,948 bilhões, índice 2,8% menor que o registrado no mesmo período em 2018. O setor  foi responsável por 4,6% do total das exportações brasileiras. A China, principal consumidor da celulose brasileira, diminuiu as negociações em 1,6% no mesmo comparativo, para US$ 2,585 bilhões.

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