Alguns veículos de comunicação brasileiros publicaram recentemente pesquisa americana divulgada em uma renomada revista científica. O estudo comparou amostras de embalagens onde são armazenados os alimentos depois de prontos e que são comercializados nos EUA (Estados Unidos da América). O resultado constatou que as embalagens continham substâncias cancerígenas, como o flúor, que contaminavam os alimentos. Além do câncer, a presença destes químicos foram relacionados ao surgimento de outras doenças como o diabetes. Mas, e no Brasil, como isso funciona? Aqui existe um rigoroso protocolo de normas e especificações para embalagens alimentícias. “A indústria é orientada a seguir as regras ditadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que, inclusive, disponibiliza uma lista positiva que discrimina as substâncias aceitas para esta aplicação”, explica Fabiane Staschower, executiva de Inovação de Embalagens da Ibema. “As certificações chancelam a utilização do nosso papelcartão e comprovam a sua segurança alimentar”, conclui.

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Diego

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